E, mais uma vez, acertamos o pulo. Nossa visita, marcada para as 13h, começou com um gostoso passeio de charrete pelos vinhedos da Tapiz.


Logo em seguida, começamos a visita propriamente dita, ciceroneados pela experiente Carolina Fuller, que nos explicou desde os cuidados que as parreiras recebem para atender às demandas dos diversos tipos de vinho até as diferenças dos processos produtivos. O mais bacana, nesta visita - se é que é possível escolher - foi que pudemos provar os vinhos durante o processo de fabricação, diretamente dos tonéis de aço inox. A paixão de Carolina pelo seu métier foi contagiante, e pudemos aprender muito com ela, cujas explicações acrescentaram bastante às outras visitas.

O prédio da vinícola também era super bonito. Depois da percorrer o galpão onde ficavam os tonéis, fizemos a degustação numa sala cujas paredes eram construídas com pedras arredondadas, contidas por uma grelha metálica. Isso ajudava a manter a umidade do ambiente, mas também era lindo! Uma das paredes, entretanto, era um grande pano de vidro, que deixava entrever a fábrica. Muito bacana!


Após a visita na Tapiz, seguimos para a olivícola Laur, conhecer o processo de fabricação do azeite de oliva. Esta é a mais antiga e tradicional olivícola de Mendoza, recomendada em diversos guias e blogs, mas não atendeu às nossas expetativas. Ainda mais depois de uma visita de alto nível técnico, como a da Tapiz, esta nos pareceu muitíssimo amadora. As guias tinham um textinho decorado e só. Além disso, as instalações do lugar eram bem precárias, faltou um cuidado para deixar o lugar em condições melhores para receber os visitantes. Mas valeu para vermos de perto as oliveiras (e seus pequenos frutos) e conhecermos o processo antigo para a produção do azeite.



Como não havíamos almoçado, resolvemos fazer um Happy Hour "vitaminado", que combinasse almoço e janta. Fomos, então, no bar de vinhos El 23, que fica dentro da Winery, uma loja de vinhos muuuuuito bacana, que fica numa casa lindíssima, de 1914, que foi construída para ser a residência do governador Emilio Civit. Comemos "tapas" (aperitivos) deliciosos, acompanhados de vinhos rosé e branco. Combinação perfeita...


Ao voltarmos para o nosso apê, fomos surpreendidos com o primeiro contratempo da viagem: o ar-condicionado simplesmente pifou... Mudamos, então, de apartamento, para dormir fresquinhos e nos recarregarmos para o último dia do ano.
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